Liderar é a capacidade de influenciar, com autoridade, seus liderados em busca do objetivo comum
da organização em que atuamos, seja ela privada ou pública.
Sanclai Vasconcelos
Summan pro Vitae
sexta-feira, 29 de julho de 2016
domingo, 17 de julho de 2016
Treinamento: Análise de Dados para Planejamento e Gestão
Treinamento que visa disponibilizar aos gerentes, gestores, líderes e profissionais independentes, ferramentas estatísticas para tomadas de decisões estratégicas dentro das suas organizações.
Curso ministrado aos Gestores Governamentais do Estado de Pernambuco, em junho de 2016.
Segue link do folder do Treinamento.
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=46a51f0df1&view=att&th=1553b970bae5f23c&attid=0.1&disp=inline&safe=1&zw
quarta-feira, 13 de julho de 2016
domingo, 10 de julho de 2016
A correlação não explica a relação causa-efeito de um fenômeno.
Tenho lido, visto e ouvido, de
várias partes e fontes, erros perigosos, relacionando a causa de um determinado
acontecimento, seja ele, natural ou não, a correlação matemática com outras
variáveis, criando interpretações viesada de causa e efeito. Toda causa tem seu
efeito. Isto está mais do que provado pela ciência. Contudo, a causa e efeito
de um fenômeno são coisas totalmente diferentes de correlação. O estudo da
correlação estatística tem embasamento científico de natureza matemática,
indicando o grau de relação ou associação entre duas ou mais variáveis.
Exemplificando, posso citar o
caso quando chove com muita intensidade em determinada localidade, podendo vim
a acontecer o deslizamento de barreiras. É comum, inferir que, há uma
correlação do índice pluviométrico e o deslizamento das barreiras, explanando
como causa e efeito do fenômeno. Porém essa conclusão de atribuir a causa do
deslizamento das barreiras ou termo técnico correlação está equivocada. O que
corresponde à relação causa e efeito é, portanto, a existência do fenômeno
físico e natural, e não a ciência estatística. A correlação é um numero que
representa, o quanto está relacionado o índice pluviométrico e a área de
barreiras deslizadas.
A correlação estatística foi descoberta ou
calculada pelo matemático Karl Pearson, britânico, fundador do primeiro
departamento universitário do mundo, dedicado ao estudo da estatística
aplicada, na University College London, em 1911, e indica o grau, em números, da
(co)relação, entre variáveis. Logo, será incorreto interpretar a correlação
estatística como causa-efeito. A estatística é uma ciência abrangente de várias
áreas do conhecimento humano e de conceitos e práticas abstrusas, mas por
instantes, midiáticos, torna-se “fácil” expressar conclusões errôneas entre a correlação e a relação
causa-efeito.
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