segunda-feira, 8 de julho de 2024

Tecnologia e vida vivida

Gostaria de iniciar este texto escrevendo uma frase de uma linda canção: "Eu queria dizer tantas coisas". Quando eu era criança ouvi esta parte da letra da música em que o autor criticava sobre o avanço das formas tecnológicas, da transformação acelerada dos acordos comerciais mundiais, da degradação da natureza e do meio ambiente, e isso ficou fixado na minha memória. Essa música chama-se "O Progresso", do cantor e compositor Roberto Carlos, gravada em 1977 e eu tinha apenas sete anos. 
No início da década de 1980 já se cobrava, portanto, atitudes positivas por parte das autoridades e do mundo business em relação ao controle ambiental e emissões de poluentes nocivos ao planeta. Mas o que vimos é que pouca coisa efetivamente foi feita para minimizar esse problema, gerando pouca redução nos níveis dos indicadores ambientais e sociais.
Hoje, em pleno século 21, não muito distinto de quarenta anos, as coisas tecnológicas são jogadas nas nossas vidas com alta velocidade buscando o engajamento  (atenção) das pessoas, por meio de redes sociais, algoritmos, aplicativos e inteligência artificial, sem qualquer cuidado ou preocupação em causar algum tipo de dano, criando uma espécie de "vício silencioso" como uma droga ilícita, trazendo consequências por muitas vezes irreversíveis a humanidade ou para a natureza. 
Claro que a tecnologia daquela época era bastante diferente dos dias atuais, mas o que quero trazer aqui neste artigo, é que, o que estava, está e talvez estará sempre em discussão, é a complexidade de como as tecnologias são desenvolvida, quando seus processos são poucos disseminados e expostos a raça humana. Observa-se que não existe mais a tecla "stop" e sim a "continue".
Não sou contra o progresso e nem das tecnologias, mas a inteligência artificial é muito importante para o homem, desde que deva ser utilizada de maneira adequada e consciente, com objetivo de trazer soluções agregadores, confortáveis e sustentáveis. Somos sim capazes de construir um caminho próspero entre tecnologia e vida vivida, a ponto de obtermos plenitude e harmonia com a natureza e o meio ambiente. 

Sanclai Silva 

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Na sua empresa tem um Analista de Dados?


Em um mundo cada vez mais competitivo e ainda em tempos de pandemia e quando gestores necessitam tomar suas decisões rápidas por conta da velocidade em que acontece as mudanças, uma atividade se destaca neste meio, a da Análise de Dados. As decisões do tipo orientada por dados é fundamental para o processo de gestão estratégica de qualquer negócio. Não se pode decidir somente por meio da experiência e do empirismo. Agindo assim estará correndo um grande risco de ficar para trás.

A presença do analista de dados é cada vez mais necessária e fundamental para sua organização, seja ela, pequena, média ou grande, visto que, uma pessoa com experiência nesta área é capaz de, com apenas alguns movimentos e clicks, mostrar oportunidades, novos produtos ou serviços, direcionamentos de campanhas de marketing, criar novas métricas, entre outras especificidades. 

Verdade que a tecnologia tem contribuído para com o analista de dados, por meio de seus algoritmos e aplicativos, mas a sabedoria e o domínio do especialista em dados é quem coloca à disposição das gestões empresariais um arsenal de informações valiosas. Se observarmos ao nosso redor, neste momento, existem milhões, bilhões e até muito mais dados e informações circulando sobre nossas cabeças, que precisam ser extraídos, estruturados, organizados, analisados e apresentados por este especialista. Você consegue imaginar quantas pessoas no mundo estão acessando os bancos de dados da Netflix agora? Então, é ele quem transforma os dados brutos em informações qualificadas e robustas, afim de passar insights importantes e direcionados, podendo assim, evitar, por exemplo, que a empresa invista em direção contrária ao que o mercado está pedindo (direcionamento é dinheiro). O Analista de Dados tem que ter um olhar bem acurado, ser inquieto com os números, questionar sempre, entender bem as “dores” do cliente e apontar soluções para as hipóteses com menor erro possível. Deve acreditar sempre que os dados lhes trarão grandes soluções, mostrando ao resposável a resposta que ele tanto procura.

Se sua empresa não tem um analista de dados, é bom pensar na possibilidade de contratar um, agindo assim, sua organização estará no caminho certo. 


Sanclai Silva
Cientista de Dados

quinta-feira, 28 de março de 2019

Uma definição própria da Ciência Estatística
Dentre as várias definições da estatística e objetivando uma compreensão melhor e mais simples a todos, resolvi postar minha própria definição em relação a esta ciência. Estatística é o estudo da variação de um fenômeno, a tradução de uma irregularidade acontecida, apresentada em números, gráficos e principalmente em probabilidades.
Sanclai Vasconcelos 
Summan pro Vitae

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018



FEMINICÍDIO:  A IMPORTÂNCIA DA LEI NO COMBATE A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

           Segundo a Constituição Federal, Feminicídio é o termo utilizado para denominar os crimes de assassinatos contra a mulher, por razões da condição do sexo feminino (Lei 13.104 de 09 de Março de 2015, art. 121, § 2º). Em Pernambuco, portanto, esse termo só passou a ser registrado nos boletins de ocorrências (BOs) a partir de 4 de setembro de 2017, através de Decreto, substituindo a definição de “Homicídios” caracterizados por motivação de Crime Passional, até então utilizada para descrever os crimes violentos contra a mulher.
          Apesar do estado ser um dos primeiros a implantar este termo em seus BOs, observa-se no dia a dia, é que de modo geral a violência continua sem freios, visto que até o mês de novembro deste ano já foram registrados mais de 5 mil assassinatos, ou seja, um aumento de aproximadamente mil homicídios em comparação com mesmo período em 2016. E ainda de acordo com os dados da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS), em cada quatro mulheres assassinadas no estado, pelo menos um dos crimes é caracterizado como feminicídio. Só em Recife, foram registrados 730 assassinatos nos onze meses de 2017, onde, estima-se que 37 vítimas eram mulheres. Na mesma região, os crimes de estupros já somam 362 casos, ou seja, praticamente uma vítima por dia. Outro dado alarmante, de acordo os números divulgados pela SDS, revelam que mesmo antes do final do ano, observa-se um acréscimo de 3,7% nos crimes de violência doméstica, sendo registrados até o mês de novembro 8.686 ocorrências.
        Muitos movimentos são organizados todos os dias por instituições no combate à violência em todo país. E em Pernambuco não é diferente. A sociedade pernambucana está atenta e clama por mais segurança, para que mulheres como Mirella Sena de Araújo, Aldenice Firmino da Hora e Maria Alice Seabra Amorim não sejam mais vítimas de tamanha crueldade. Por isso, essa mudança proporcionada pela Lei 13.104 e o Decreto, apesar de tardios, será também de grande importância para o esclarecimento dos crimes e suas reais motivações, e consequentemente, para atenuar a violência contra as mulheres, já que as punições estão mais rigorosas e com penas mais longas. 
       Mas os esforços não podem parar por aqui. Muito ainda precisa ser feito e com o engajamento de todos:  sociedade, poder público e privado. Só assim conseguiremos viver em  segurança. É necessário ainda que o Ministério Público e a Justiça estejam mais unidos e incumbidos, dando celeridade aos encaminhamentos dos inquéritos, julgamento e punição dos agressores. Só assim conseguiremos reverter não somente a violência contra as mulheres, mas também diminuir os índices gerais da criminalidade no estado de Pernambuco.

Artigo publicado no Jornal InfoNativo

Acesse o link abaixo

http://infornativo.com.br/feminicidio-e-o-combate-a-violencia-contra-a-mulher/ 
 
  
Sanclai Vasconcelos 
Summan pro Vitae

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Então, qual o problema de ser resiliente? Ser resiliente é um defeito ou uma qualidade do profissional? A resiliência é um indicador de avaliação de desempenho? É uma fator para avaliar a capacidade de um profissional, sem que este tenha a oportunidade de receber uma ou mais demandas? É um item para entrevistas de seleção de emprego?
Acredito na capacidade do raciocínio e na forma em que encaramos as atividades dispostas a um profissional, e na sua inteligência em encontrar a solução de determinadas demandas. Experimentemos usufruir desta qualidade, e veremos a sua real habilidade.


Sanclai Vasconcelos 
Summan pro Vitae

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Os reflexos da insegurança pública em nosso Estado

Artigo publicado no Jornal Infornativo. Veículo de informação que circula mensalmente na Zona oeste do Recife. 

O artigo descreve o cenário da violência no estado de Pernambuco, onde, se podia sentar nas calçadas à noite e papiar, brincar, o que não se pode mais hoje em dia. 

Vale a pena ler! Segue o link do artigo:


http://infornativo.com.br/os-reflexos-da-inseguranca-publica-em-nosso-estado/


Sanclai Vasconcelos
 Summan pro Vitae

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

A competência não avaliada

Esta semana poderia ser iniciada bem diferente. Porém optaram por não contar com a experiência e a capacidade do raciocínio lógico, da inteligência de mercado acurada, do conhecimento, e domínio da análise estatística. Deixaram de escolher em compartilhar da maximização da verdade, e decidiram pela assimetria informacional. Talvez em outra oportunidade no futuro, eu não esteja disponível, mas neste caso, o problema não será meu.
A capacidade e a competência se aferi com a prática e os desafios que são postos ao analista, gerente, coordenador ou até o CEO de uma empresa. Liderança se adquire com o dia a dia, com autoridade, com respeito, e decisão.
Continuarei pautado pela simetria das palavras, pois ninguém pode aferir o valor de um profissional, através uma lista de perguntas prontas, esperando respostas prontas.


Sanclai Vasconcelos
Summan pro Vitae